04/01/2010

Adriana recebe convite para interpretar Dercy Gonçalves no cinema


Fafy Siqueira está (ou estava, não sei :s) em cartaz com uma peça que fala sobre a vida de Dercy Gonçalves. Em matéria publica hoje pelo G1, ela disse que há o projeto de transformar a peça em filme, e comentou que convidou a Adriana para interpretar a Dercy jovem: "Já convidei a Adriana Esteves para viver a Dercy mais jovem". "Ela está ótima na minissérie, vai surpreender o Brasil."

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[ VIDEO ] Dalva e Herivelto - Fantástico (03/01/10)


Adriana Esteves e Fábio Assunção falam de seus personagens.

A minissérie estreia nesta segunda-feira (04).




[ VIDEO ] Dennis comenta a escolha de Adriana Esteves para interpretar Dalva de Oliveira na minissérie





02/01/2010

Adriana Esteves teve que sentir muita coragem e não ter medo do cafona para viver Dalva


Conhecida como Rainha da Voz, Dalva de Oliveira morreu em 1972 vítima de um câncer e seu enterro parou o Rio de Janeiro, fazendo 100 mil pessoas saírem às ruas cantando ‘Bandeira Branca’ para o último adeus ao ídolo. Na época, Adriana Esteves tinha apenas 3 anos, mas isso não impediu que a atriz crescesse embalada ao som da cantora. “Não conhecia a fundo, mas ouvia muito porque meus pais eram fãs. Eles sempre falavam dela”, lembra Adriana, que, 37 anos depois, incorpora a estrela na minissérie ‘Dalva e Herivelto’, que estreia amanhã depois de ‘Viver a Vida’.


Na cadeira do maquiador, a atriz leva uma hora e meia para se transformar. Os cabelos louros e escorridos receberam tintura mais escura, aplique e tiveram a raiz encrespada. Os olhos ganharam lentes esverdeadas e Adriana teve que se entregar sem pudores. “A Dalva tinha coragem de expor seus sentimentos, de falar, de colocar o coração para fora. Daí pensei: ‘Eu também deveria ter coragem de fazer essa mulher, não ter medo do cafona, não criticar em nenhum minuto. Não tem como falar da verdade de alguém se você não procura a sua maior verdade. A humildade é importante para isso”, filosofa a atriz.

A história, escrita por Maria Adelaide Amaral, conta a vida de Dalva dos 18 aos 55 anos. Por isso, Adriana teve que passar, na fase final da minissérie, por uma maquiagem de envelhecimento. “Tenho me visto bastante envelhecida, faz parte da vida. Com 20 anos, se eu fizesse um envelhecimento, não ia bater em nada. Com 40 — completados no dia 15 de dezembro —, na hora que inicio a maquiagem, já começo realmente a envelhecer”, reflete.

A idade não trouxe apenas as rugas, mas também o amadurecimento necessário para viver uma personagem tão complexa. “A bagagem emocional contribui para você ter um olhar do mundo, sobre a música dela, mas não precisa ter passado por tudo isso, você pode ter a hipótese. Ela era uma mulher muito sensível, delicada, frágil, mas ao mesmo tempo muito forte. Passou pelas brigas domésticas e tudo o que Herivelto a expôs sozinha. Estamos falando de 1949, imagina nessa época uma mulher que se desquita, se casa com outros homens. E o terceiro casamento foi com um homem extremamente mais jovem. Além disso, toda a história virou capa das revistas e jornais da época”, conta a atriz.

Entre os fatos mais dramáticos está a separação conturbada de Dalva e Herivelto. “Ele teve durante muitos anos um caso com outra mulher (a aeromoça Lurdes, vivida na minissérie por Maria Fernanda Candido). Tive cenas em que ela se humilha pelo amor de Herivelto. Ela sofreu um acidente muito grave de carro em 1965, ficou com uma cicatriz no rosto exatamente na hora que surgiu a TV e complicou para ela as apresentações. Ela se fragilizou pela bebida, a idade e o fracasso amoroso”, diz Adriana.

Para compreender ainda mais a emoção de Dalva, a atriz teve a ajuda musical de Maria Bethânia. “A primeira coisa que pensei na hora de elaborar o estudo para apresentar esse trabalho foi num depoimento da Bethânia falando que a Dalva tinha coragem de cantar no palco as coisas que fazia na vida. Era corajosa para viver intensamente. Bethânia tinha respeito e admiração por Dalva. Quando venho dirigindo para o estúdio é o CD dela que coloco e venho cantando pelo caminho. Até na maquiagem eu ouço Bethânia e daí o Paulinho (Azevedo), que cuida do meu cabelo, fala logo: ‘Chegou minha Dalva’”.

Mas Adriana só teve a confirmação exata de que tinha assimilado o espírito de Dalva de Oliveira quando Vicente, seu filho de 3 anos com o ator Vladimir Brichta, a confundiu com a cantora. “Estava no computador estudando a personagem e escutando uma canção. Meu pequeno ouviu e falou: ‘Tá trabalhando?’ E eu perguntei: ‘Você sabe quem é que está cantando?’ E ele falou: ‘É você não é mamãe?’ Já escuto e canto tanto a Dalva que o confundi”, diverte-se.

Mas apesar de já ser confundida com a cantora pelo filho, Adriana não vai soltar a voz na minissérie. “Tive aula de canto, mas não vai ser a minha voz que os espectadores vão ouvir. Vai ser a da própria Dalva. Faço todo o trabalho de dublagem para interpretar e cantar porque são muitas músicas”, avalia.

Do repertório, Adriana elege ‘Que será?’ uma das mais belas e que ficará na memória, além de muitas outras experiências. “Eu me enriqueci muito, o que poderia levar anos para conhecer. Aprendi muito da história de Dercy Gonçalves, Francisco Alves, Linda Batista. Foi um intensivão”, reconhece a atriz, que depois desse trabalho pretende passar o verão de férias com a família.


Realizada no ano de 2009

No balanço que faz do ano que passou, Adriana Esteves acredita que cresceu profissionalmente. No ‘Toma Lá, Dá Cá’, como a Celinha, ela teve a oportunidade de pela primeira vez experimentar seu lado humorista e na minissérie exerceu sua veia dramática. “‘O Toma Lá, Dá Cá’ era um dia delicioso de descanso e que me abastecia. Vivi dois extremos. Estou num momento de agradecimento profundo de ver que nada é em vão e estou colhendo o fruto desse trabalho”, avalia. Na vida pessoal, o momento também é perfeito. “Poder conciliar toda esse trabalho e ainda ter tempo para meus filhos foi ótimo. Minha família é meu diamante”, afirma.


Fonte: ODia

Dalva de Oliveira e Herivelto Martins são estrelas de microssérie


Um casamento que marcou a história da música popular brasileira. Uma relação intensa e verdadeira, que extrapolou os limites da vida a dois e a expôs à opinião pública. “Dalva e Herivelto, uma canção de amor”, microssérie em cinco capítulos, protagonizada por Adriana Esteves e Fábio Assunção, estreia na próxima segunda-feira, na Globo, trazendo à tona a trajetória de dois grandes artistas, extremamente passionais em tudo que faziam.

- É uma história de amor, um grande drama, um novelão que emocionou o país na época em que aconteceu. Essa foi, talvez, uma das mais ruidosas separações que o Brasil já conheceu – afirma a autora Maria Adelaide Amaral, ressaltando que trata-se de uma obra de ficção: - Não faço telejornalismo, mas teledramaturgia. Não tive o compromisso com a estrita realidade dos fatos, quis fazer o que me parecia mais emocionante aos olhos de quem vai assistir.

Retratada nas décadas de 1930 a 1970, a microssérie resgata a Era do Rádio, época em que a televisão praticamente não existia, sendo um artigo de luxo para poucos. Por isso, o rádio reinava absoluto junto à população, revelando seus grandes ídolos: cantores que enfeitiçavam multidões com suas vozes potentes e músicas de letras quase ingênuas, mas de grande força dramática. Caso de Marlene (na trama, vivida por Rita Elmôr), Emilinha Borba (Soraya Ravenle), as irmãs Linda (Cláudia Netto) e Dircinha Batista (Luciana Fregolente), Francisco Alves (Fernando Eiras) e Orlando Silva (Édio Nunes). Nessa lista, é claro, entram Dalva de Oliveira, Herivelto Martins e Nilo Chagas (Maurício Xavier), que juntos formaram o que se denominou Trio de Ouro, conjunto vocal de tremendo sucesso, que badalou nas rádios Mayrink Veiga e Nacional e, depois, no Cassino da Urca.

- É bonito acompanhar a evolução dos três, que moravam em cortiço e se tornaram ídolos, mas nem por isso perderam a simplicidade. Eles reuniam os amigos em casa e a própria Dalva ia para a cozinha preparar a macarronada – conta Fábio Assunção, que traçou um perfil de Herivelto Martins a partir de entrevistas que o compositor concedeu ao Museu da Imagem e do Som (MIS): - Esses vídeos foram valiosos para a construção do meu trabalho. Ele era carioca, um cara do samba e do morro, e eu, um paulista do trânsito... Complicado, não?

Um casamento que marcou a história da música popular brasileira. Uma relação intensa e verdadeira, que extrapolou os limites da vida a dois e a expôs à opinião pública. “Dalva e Herivelto, uma canção de amor”, microssérie em cinco capítulos, protagonizada por Adriana Esteves e Fábio Assunção, estreia na próxima segunda-feira, na Globo, trazendo à tona a trajetória de dois grandes artistas, extremamente passionais em tudo que faziam.

- É uma história de amor, um grande drama, um novelão que emocionou o país na época em que aconteceu. Essa foi, talvez, uma das mais ruidosas separações que o Brasil já conheceu – afirma a autora Maria Adelaide Amaral, ressaltando que trata-se de uma obra de ficção: - Não faço telejornalismo, mas teledramaturgia. Não tive o compromisso com a estrita realidade dos fatos, quis fazer o que me parecia mais emocionante aos olhos de quem vai assistir.

Retratada nas décadas de 1930 a 1970, a microssérie resgata a Era do Rádio, época em que a televisão praticamente não existia, sendo um artigo de luxo para poucos. Por isso, o rádio reinava absoluto junto à população, revelando seus grandes ídolos: cantores que enfeitiçavam multidões com suas vozes potentes e músicas de letras quase ingênuas, mas de grande força dramática. Caso de Marlene (na trama, vivida por Rita Elmôr), Emilinha Borba (Soraya Ravenle), as irmãs Linda (Cláudia Netto) e Dircinha Batista (Luciana Fregolente), Francisco Alves (Fernando Eiras) e Orlando Silva (Édio Nunes). Nessa lista, é claro, entram Dalva de Oliveira, Herivelto Martins e Nilo Chagas (Maurício Xavier), que juntos formaram o que se denominou Trio de Ouro, conjunto vocal de tremendo sucesso, que badalou nas rádios Mayrink Veiga e Nacional e, depois, no Cassino da Urca.

- É bonito acompanhar a evolução dos três, que moravam em cortiço e se tornaram ídolos, mas nem por isso perderam a simplicidade. Eles reuniam os amigos em casa e a própria Dalva ia para a cozinha preparar a macarronada – conta Fábio Assunção, que traçou um perfil de Herivelto Martins a partir de entrevistas que o compositor concedeu ao Museu da Imagem e do Som (MIS): - Esses vídeos foram valiosos para a construção do meu trabalho. Ele era carioca, um cara do samba e do morro, e eu, um paulista do trânsito... Complicado, não?

Fisicamente, os atores tiveram que passar por algumas mudanças no visual para se aproximarem do casal de outrora: ela afinou as sobrancelhas, ganhou uma pintinha abaixo do olho direito, escureceu os cabelos e fez permanente, enquanto ele cultivou um bigodinho, usou próteses no pescoço e na barriga, fez duas entradas nos cabelos e também os encaracolou.

- Fiz o Herivelto dos 24 aos 60 anos, certas transformações eram necessárias. Nunca tive preocupação com a questão da vaidade, entro de cabeça no personagem – assume Fábio, de volta à TV após um período de afastamento para a recuperar-se da dependência de drogas.

Já Adriana, vaidosa como toda mulher que se preze, conta que o processo de caracterização lhe foi, de certa forma, agressivo: "Ficar completamente diferente do que eu costumava me ver no espelho e me aceitar daquela forma foi muito difícil. Mas essa dificuldade serviu para eu caminhar rumo a toda falta de vaidade necessária para a entrega a essa personagem tão incrível"

A microssérie tem início em 1972, com Dalva à beira da morte no hospital, esperando uma visita de seu grande amor, Herivelto, que está irredutível em não querer mais vê-la. Através das lembranças dele, é feita uma retrospectiva da história dos dois: o momento em que se conheceram e Herivelto a convidou para cantar com a então dupla Preto e Branco, formando o Trio de Ouro; a paixão; o primeiro filho, Pery; o casamento; o segundo filho, Billy; o sucesso musical; as traições; as brigas, com direito a tapas e arremesso de objetos; as trocas de acusações em público através de canções e artigos em jornal; a separação definitiva após 13 anos de união e o casamento de Herivelto com a aeromoça Lurdes (Maria Fernanda Cândido), que frutificou com três filhos e durou 44 anos, até a morte dela.

- Com Dalva, Herivelto ficou de 1936 a 1949; com Lurdes, de 1946 a 1990. Não saberia dizer qual foi o grande amor da vida dele. Herivelto teve um casamento artístico com Dalva, e em casa eles tinham essa coisa de pele, de paixão, de sexo, mas era um tumulto só, já que ele era muito mulherengo, um malandro sedutor. Já com Lurdes, ele encontrou a calma, a serenidade – explica Fábio Assunção.

Foram dois meses de pesquisas e preparação do elenco – Fábio Assunção e Adriana Esteves, por exemplo, tiveram aulas de canto, mas só a voz dele será aproveitada na obra – e mais dois meses e meio de gravações intensas em cenários montados no Projac e no Palácio Quitandinha, em Petrópolis, onde foi reconstruído o palco do Cassino da Urca e seus shows glamourosos, com a supervisão dos craques em musicais Charles Muller e Cláudio Botelho. Todo esse profundo mergulho num passado não tão distante já deixa saudades em quem viveu a experiência.:

- Talvez eu nunca tenha conhecido um artista tão sincero e tão lindamente grandioso em sua simplicidade quanto a Dalva. Essa oportunidade de ter me doado um pouco para ela não vai me deixar sair ilesa. Viver a vida dela foi uma grande contribuição na minha vida. Sempre acreditei que a missão do artista é transformar. Dalva transformou as pessoas à sua volta e me transformou também: me fez enxergar tudo de mais puro que eu tenho dentro de mim. Vai ser impossível me esquecer dela – declara uma emocionada Adriana Esteves.


Fonte: Extra
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Adriana e Vladimir curtem o Réveillon do Farol da Barra


Adriana Esteves e Vladimir Brichta escolheram passar o Réveillon no Farol da Barra, em Salvador. O casal optou ficar longe da badalação VIP e foi passar a virada do ano junto com os populares.


Casal levou seu filho Vicente, Felipe, fruto da união de Adriana com Marco Ricca, e Agnes, do primeiro casamento de Vladimir, para o agito.







Fonte: Quem